ORAÇÃO À NATUREZA MÃE

"Eu sou a Natureza, Mãe de todas as coisas, a senhora de todos os elementos, a primordial progênie dos séculos a suprema das divindades. A rainha dos mortos, a primeira das celestiais e a uniforme representante das Deusas e dos Deuses; eu que governo com o meu aceno as alturas luminosas do céu, as suaves brisas do mar e os nefastos silêncios dos infernos, e cuja única divindade toda a humanidade venera debaixo de múltiplas formas, sob vários rituais e debaixo de muitos nomes, sou adorada em toda à parte.

Cada nação tem o seu nome próprio para mim, vendo apenas um dos meus mitos, adorando-me com apenas um dos seus ritos. Na antiga Frígia sou Pessinuntica, mãe dos deuses; para os áticos autóctones, Minerva Cecrópia; os flutuantes cípricos me chamam Vênus Pafia; em Atenas, onde os homens nascem do próprio solo, sou Artémis; na ilha de Chipre sou a dourada Afrodite. Os arqueiros cretenses chamam-me Diana Dyctinna, os Sicilianos trilingues Proserpina, e os Eleusinos a intemporal Mãe dos cereais a Deusa Ceres.

Uns chamam-me Juno, outros Bellona das batalhas outros Hecate ou Rhanumbia. Mas há os que me conhecem melhor, aqueles que são iluminados pelos primeiros raios do Deus Sol nascente, os etíopes, os ários e os egípcios, abalizados na antiga ciência, adoram-me em cerimônias próprias e me chamam pelo meu nome verdadeiro, a Rainha Isis

Pára, pois agora de chorar, pois vim ajudar-te: olhei lá de cima e vi as mágoas da tua vida e tive piedade dos teus infortúnios... Por isso seca as tuas lágrimas e rebate a tristeza. Tudo vai mudar em breve e sob a minha luz vigilante a tua vida será refeita, renovada.

Vim meu filho em resposta às tuas orações."

Por Débora Sanches 8:59 PM
Domingo, Agosto 21, 2005

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Com um profundo sentimento de admiração
você chama sua amiga, a pantera negra.
Imediatamente a noite esta caindo,
a noite profunda, escura.
Silenciosa no silêncio, se aproximando,
escura na escuridão,
você pode sentir a sua esquerda
essa elegância felina,
essa presença
selvagem, amiga, invisível,
De repente, a sua esquerda, dois olhos
brilham.
E você começa a Ver.
A pantera negra em você
esta se espreguiçando,
e você começa a Ver com os olhos dela.
Escolhendo uma situação do seu cotidiano,
invisível você começa a andar
no astral da situação,
na noite escura onde se escondiam
os segredos,
percebendo de antemão, alem
das aparências,
o que estaria para acontecer,
e com o poder selvagem da Natureza,
com o divino poder animal,
o poder da Natureza,
o poder da pantera negra,
em amizade com o luar,
você age de maneira inspirada.
A aura que irradia de você,
o luar que irradia de você,
modela os acontecimentos
de maneira inspirada,
de maneira natural.

© Copyright: origem www.dassigny.com.br

Por Débora Sanches 9:13 PM
Sábado, Agosto 06, 2005

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Nome: Débora Sanches
Idade: 37 Anos
Estado: São Paulo
Pais: Brasil
Estado Cívil: Casada
E-mail: deborags@terra.com.br











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